O atacante Iarley, do Internacional, não poderá participar da partida diante do Boca Juniors, em Buenos Aires, por não estar inscrito na Copa Sul-Americana. Mas mesmo de fora o jogador pode ajudar seus companheiros. O atacante jogou durante a temporada de 2004 no time argentino. Foi campeão argentino, da Libertadores e Mundial com a equipe argentina, e pôde relatar aos seus colegas de clube todas as dificuldades de jogar com a pressão da torcida no Estádio da Bombonera.
“É muito difícil de jogar lá. A torcida impõe pressão durante os 90 minutos, gritando o tempo inteiro. Também pesa muito o respeito dos adversários com o Boca jogando em seus domínios”, falou Iarley.
Sobre o estilo de jogo do time de Alfio Basile, o jogador não espera nada diferente do que o treinador do Inter está planejando para a partida.
“Quando o Palermo joga, todo o time do Boca tem orientação para levantar a bola na área procurando o centroavante”, revela o atacante.
O jogador acredita que a equipe gaúcha tem totais condições de conseguir uma vitória . Segundo ele, a fórmula está em não se distrair com o barulho da torcida nem por um segundo.
“Foi isso que nós fizemos quando eu jogava no Paysandu. Mantivemos a calma durante toda a partida e conseguimos vencer eles por 1 a 0”, disse
Entretanto, na partida de volta em Bélem, do Pará, o Paysandu tomou quatro e acabou eliminado da Taça Libertadores da América de 2003.
“Foi um erro de programação do técnico Daryo Pereira. Ele não quis poupar ninguém na partida pelo Brasileirão, um fim de semana antes, e contra os argentinos faltou perna na hora decisiva. Ainda bem que o Muricy andou preservando alguns atletas e tenho certeza que este ano vai dar tudo certo”, explicou Iarley