SÓ NÃO ENTENDE QUEM NÃO QUER
Mais uma vez, o governador José Reinaldo desafiou o Ministério Público e o Tribunal Eleitoral, em sua entrevista, ontem, no programa “São Luís Debate”. Ele novamente disse: “o nosso grupo é muito forte - nós temos a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado”. Com essas palavras, o governador deixou claro que a Frente da Traição vem utilizando a máquina das duas gestões públicas em benefício das patacoadas vistas por todos. Até quando isso vai ficar impune!
OS PASPALHÕES QUE ESPEREM!
Nessa mesma entrevista concedida ao Chico-Puxa “São Luís Debate”, o governador disse que não tem prazo para decidir quem será o candidato da Frente da Traição. Enquanto isso, os prováveis candidatos paspalhões da frente: o bobotox Jackson Lago e o bestanada do João Castelo ficam se gladiando pelo poder e, ainda, o que é pior, mandando seus liderados defender as falcatruas do governo José Reinaldo na Assembléia. Isso é que ser otário!
OUTRO DISCURSO
O deputado Julião Amim quando denunciou, em 2003, a negociata milionária do governador José Reinaldo com a Camargo Correia, fez questão de encaminhar os cinco volumes contendo toda a história desse escândalo que lesou os cofres do estado em milhões para a senadora Heloisa Helena. E agora, não seria uma boa o deputado cobrar da senadora o resultado das investigações feitas por ela?
DEIXANDO CLARO
A ex-procuradora do Estado, dra. Ana Maria Dias Vieira, deixou claro no seu direito de resposta ao Veja Agora, que o acordo milionário com a Camargo Correia é de inteira responsabilidade do chefe do governo estadual. Nem precisava o alerta da doutora, porque todos sabem que esse tipo de negociata é típico do governo José Reinaldo!
ANALOGIA PERFEITA
O deputado César Pires disse que Sêneca era um erudito que defendia o imperador Nero, pois o tinha como um líder. Mas quando descobriu que o mesmo não era aquilo que ele imaginava, sua lealdade canina acabou. Com seu afastamento, o imperador mandou matar o erudito. Com certeza, o deputado quis fazer dessa história uma analogia ao pronunciamento vazio do líder do governo na Assembléia, o deputado Carlos Braide, que tentou fazer loas a um artigo nefasto do governador José Reinaldo.
ARTIGO HIPÓCRITA
Para o deputado Chico Gomes, o artigo do governador José Reinaldo é uma afronta. “Um artigo assinado por outra pessoa até poderia ser aceito, mas por ele é hipocrisia. Como ele pode falar de denúncias se ele foi quem assinou todos os acordos espúrios?” Na verdade, o governador não tem credibilidade ética e nem moral para comentar qualquer suspeita de corrupção ou improbidade administrativa de ninguém!
SÓ SANDICE
É brincadeira escutar tanta sandice. Vejam o que o deputado líder do governo Carlos Braide teve a coragem de dizer ontem na AL: “Alexandra Tavares não faz política dissimulada”. Será possível que passa pela cabeça do líder do governo que o maranhense é idiota? O mais engraçado dessa história, é saber que no mesmo momento em que ele dizia essa tolice, o casal governamental, dissimuladamente, fazia uma a coletiva com proibição restrita aos meios de comunicações que não se ajoelham ante as insanidades do casal.
ARMAÇÃO
Com medo de entrar em discussão o acordo nefasto entre o governador José Reinaldo e a empreiteira Camargo Correia, que lesou em 147 milhões os cofres do estado, os deputados Carlos Braide e Soliney Silva foram orientados pelo Palácio dos Leões a esvaziar o plenário da Assembléia ontem, e, ainda, passaram a rasteira na deputada Teresa Murad, ao não inscrevê-la no tempo dos blocos. Coisa feia, hein!
SÓ CONTRA O POVO
Ontem na Assembléia, os andamentos foram todos contra o povo maranhense. Os projetos que beneficiariam a população foram todos vetados. A coisa anda tão esquisita por lá! Imaginem que tem deputado que vota a favor do projeto nas comissões, mas quando chega no plenário ele vota contra por determinação do governo. Foi por isso que o deputado Tatá Milhomem chamou a atenção dos seus colegas, dizendo: “nós fomos eleitos para defender os direitos do povo e fiscalizar o governo, isso independente de quem esteja no Executivo”. Quando veremos um parlamento assim?