Quando a Rua Santo Inácio de Loyola foi asfaltada, os moradores da Travessa Santo Inácio de Loyola ficaram esperançosos de que também seriam beneficiados, mas o piche não chegou lá. Nem os buracos da rua principal foram todos tapados. Nas laterais da via, a galeria por onde passa o esgoto está aberta em vários pontos e com as tampas quebradas.
No encontro da rua com a travessa, um buraco grande é um risco para os desavisados. No período chuvoso ele serve de “maternidade” de caramujo. Erica Cristina Santos Souza mora ao lado do buraco e explica que ele não serve para nada, porque está entupido e a água não tem para onde escoar. Quando chove, a rua enche e a casa dela é a mais atingida. “O nível da água é quase meio metro de altura”, calcula.
Erica disse que os moradores já pediram muito para a prefeitura pelo menos limpar, mas o tempo passa e continua tudo do mesmo jeito. Por causa dessa água suja, os moradores sofrem de coceira, que com o tempo se tornam feridas. Dessa sujeira ainda proliferam muitos mosquitos que não deixam as pessoas dormirem sossegados.
Alessandra Araújo Chaves conta que se viu aperreada com um rato enorme em sua casa. Ela atribui o aparecimento do rato à falta de saneamento e à sujeira, já que por ali não passa a coleta de lixo, além da quantidade de esgotos a céu aberto. “Esqueceram da gente”, lamenta a moradora.