Testemunha do caso João Leocádio e morto
Apesar dos primeiros levantamentos da polícia apontarem uma dívida de drogas como motivo do crime, não está descartado a possibilidade do assassinato de Antonio Almeida da Silva, 20 anos, conhecido como “Pororoca”, pode estar ligado à morte do ex-prefeito de Buriti Bravo, João Leocádio Borges, fato ocorrido no dia 10 de março passado. O prefeito foi alvejado com um tiro quando retornava de um povoado para a cidade de Buriti Bravo.
Segundo informações da delegada Bernadete da Graça Teodoro, “Pororoca” estava sendo procurado por agentes da Polícia Civil de Imperatriz na última sexta-feira, quando seria ouvido sobre esse crime. Na noite de sábado, ele foi assassinado com dois tiros por um dos homens que conduziam uma motocicleta, quando transitava em uma bicicleta pela Rua Petrônio Portela com Avenida JK, com um tiro na testa e outro no ombro esquerdo.
“Pororoca” se encontrava em Imperatriz, onde morava em um quarto de aluguel, no bairro Santa Rita. Deverá ir para Imperatriz o delegado Hagamenon Azevedo, que preside o inquérito que apura a morte do prefeito, para se inteirar de como deu-se a morte de “Pororoca”.
Fuga
Depois de conseguir fazer um buraco até a parte dos fundos e, em seguida, escalar o muro, 11 dos 16 presos que estavam na cela 1, no 10º Distrito Policial, no Bom Jesus conseguiram fugir. A equipe de captura da especializada está diligenciando no sentido de localizar Welson Nascimento Cunha, o “Barata”, Genilson Dutra Brito, conhecido como “Cabeça”, Fábio Silva Lima, o “Abóbora”, Juscelino do Nascimento, “Surubi”, Ronilson de Jesus Reis Lopes, José de Ribamar Lopes dos Santos, Raimundo José Sousa Barros, o “Neguinho”, Márcio dos Resis Leal e Josenildo de Oliveira Gomes. Os presos Marcelo Câmara de Jesus e Edílson Guilhon Lobão já foram recapturados. A delegacia do Bom Jesus têm apenas três xadrezes, com capacidade para 12 presos. Segundo informações do delegado Joviano Furtado, 48 detentos estavam custodiados na distrital.
PRF
Policiais Rodoviários Federais prenderam na madrugada de ontem, no posto de São Francisco, uma camionete S-10 cabine dupla de cor cinza, placas LWB7485, que estava sendo conduzida por Erlon Araújo da Silva. Ele foi autuado por receptação dolosa pelo delegado Cláudio Mendes, da Regional de Itapecuru. De acordo com informações do delegado, o veículo foi roubado há dois meses no Pará e, conforme depoimento do acusado, foi comprado na cidade de Imperatriz por R$ 30 mil. Além de Erlan dois pastores de Imperatriz estavam dentro do veículo. A princípio, cogitou-se a possibilidade do veículo ter sido o usado no assassinato do empresário “Baixadeiro” de Zé Doca, na última segunda-feira, mas a mesma foi descartada quando o preso não foi reconhecido em auto de reconhecimento.