Segundo o delegado Robson Almeida, responsável pelas investigações do assassinato do advogado Valdecir Ferreira da Rocha, que abalou a cidade de Imperatriz, as provas dos autos e as testemunhas oculares do crime apontam como culpado Gilvan Pereira Varão.
Gilvan é ex-policial militar e nega a autoria do crime. Ele já esteve preso por sete anos por crime de homicídio, e deve ir a júri popular no próximo mês. Também por crime de homicídio, ele está sendo investigado em inquérito policial na cidade de Açailândia, em situação semelhante ao que vitimou o advogado, ou seja, crime de encomenda.
Gilvan já foi preso por formação de quadrilha, por roubo e por porte ilegal de arma. As investigações continuam no sentido de descobrir se o crime foi de encomenda e quem foi o mandante.
A prisão
Em companhia de dois homens identificados como Raimundo e Marcos Antônio , Gilvan foi preso em Itingacom armas de grosso calibre, entre elas uma pistola e uma moto semelhante à usada pela dupla que executou o advogado.
A moto e a pistola foram as duas peças que chamaram a atenção da polícia, pois uma pistola foi à arma usada para matar o advogado, bem como a moto preta usada para os acusados emepreender fuga.
De acordo com informações do delegado, testemunhas oculares reconheceram Gilvan como o autor dos disparos, bem como a moto dele, como sendo a usada no dia do crime, entretanto, mesmo diante dos indícios de autoria, ele nega, alegando que no dia do delito, estava na cidade de Itinga, que fica na fronteira com o Pará. A polícia acredita que, em companhia dos comparsas, Gilvan estava se preparando para assaltar uma agência do BB, no estado do Pará.