CASO CAMINHONEIRO
Policiais militares apresentaram na Delegacia de Roubos e Furtos-DRF, na manhã de ontem, João Gonçalves Alencar, 33 anos, morador da Rua Projetada, nº 12, Bacuri, é suspeito de envolvimento no latrocínio de que foi vítima o caminhoneiro Mariano de Sousa Coelho, fato ocorrido na noite do último sábado. João Gonçalves foi visto em imagens de televisão na cena do crime e foi detito como suspeito.
O delegado Erivelton Cabral Silva, que preside o inquérito que apura o crime, ouviu João e depois o liberou porque, segundo ele, não encontrou evidências que pudessem envolvê-lo no crime. O caminhoneiro foi assassinado com três tiros após pegar presumivelmente um mototáxi clandestino. A polícia apurou que, como fazia há 20 anos, o caminhoneiro Mariano de Sousa deixava o seu caminhão estacionado no posto Dez e se dirigia para casa.
No sábado, ele chegou de Marabá, onde tinha feito entrega de mercadorias e estacionou o caminhão no pátio do posto, pegou a bolsa e ficou a espera de um mototáxi para ir para casa. Como estava custando passar um, a vítima teria saindo andando na tentativa de que passasse um.
De repente chegou um homem em uma motocicleta e falou que o levaria em casa e Mariano Coelho montou na moto. Ao invés de ir rumo à casa do caminhoneiro, o motoqueiro pegou o acesso para a marginal esquerda da rodovia, ocasião em que aconteceu o crime.
Familiares de Mariano Coelho afirmaram que ele nunca pegava um mototaxista desconhecido. Essa informação serviu de linha de investigação para a Polícia, pois ele teria morrido por ter sido o motoqueiro seu conhecido.