A polícia espanhola desmantelou uma rede de prostituição que levava à Espanha mulheres estrangeiras, a maioria delas brasileiras. Trinta e duas pessoas foram detidas, sete delas são responsáveis pela rede.
Os chefes da rede possuííam infra-estrutura no Brasil e, quando precisavam de mulheres para trabalhar em boates, entravam em contato com seus auxiliares no país.
Elas eram levadas à Espanha com a promessa de que passariam férias, mas eram enganadas. Na realidade, eram obrigadas a se prostituir.
Os aliciadores pagavam passagem aérea e hotel para as mulheres, que, depois, eram informadas que tinham contraído dívida por conta dessas despesas. Para pagá-las, eram forçadas a fazer programas. Tinham de estar disponíveis 24 horas por dia e descansavam apenas um dia por semana.