Celso Barros, presidente da Unimed, empresa que patrocina o Fluminense, disse, ontem, que a contratação de Romário não depende do pagamento de uma dívida do clube com a empresa Docas. O empresário garantiu que a Unimed não vai arcar com tal despesa para o Fluminense.
"Não vamos pagar dívida nenhuma. É o Fluminense que vai pagar. Podemos negociar estender o patrocínio por três anos e o clube arrumar empréstimo em alguma instituição bancária. Ficaríamos responsáveis por pagar as prestações com a cota de patrocínio", explicou o empresário.
Celso Barros disse que o principal motivo do acordo é fazer com que a dívida tenha o valor reduzido. O valor inicial é de R$ 10 milhões, mas, caso seja paga à vista, a quantia cairia para R$ 4,5 milhões. A dívida foi contraída na gestão de David Fischel, antes da chegada do presidente Roberto Horcades. Se o clube não quitá-la, o presidente tricolor poderá ser preso.