IMPERATRIZ
Após intensa pressão da sociedade de Imperatriz, gerada após morte do advogado Waldecy Rocha, junto com as denúncias de juizes e advogados, acusando o governador José Reinaldo de descaso com a segurança pública naquela cidade, a Polícia Militar de Imperatriz recebeu, ontem, um reforço de 30 policiais e alguns veículos, que para lá foram deslocados para tentar frear a onda de violência na região tocantina.
O reforço encaminhado pelo secretário de Segurança Pública, Raimundo Cutrim é formado por um grupo altamente qualificado. Os 30 policiais são oficiais e soldados da Força Tática e do Grupamento de Operações Especiais. O capitão Pereira, um dos criadores e instrutores do Grupamento de Operações Especiais-GOE de Imperatriz, é um dos oficiais que comandam parte dos policiais que foram como reforço. O comandante do 3º BPM em Imperatriz, tenente-coronel Pedro Ribeiro já iniciou a estratégia para ação policial.
A determinação do secretário é que, de imediato, seja feita uma mega-operação nos bairros periféricos de Imperatriz, onde mandados de prisão sejam cumpridos, desarmamento e desmantelamento de bocas de fumo sejam realizados. Para o coronel Pedro Ribeiro, essa operação, que não tem denominação, não terá tempo para terminar.