O comandante-geral da Polícia Militar, cel. Hudson de Aguiar, determinou ontem que a Corregedoria tome depoimentos de dois PMs que teriam prendido e, mediante extorsão, libertado o traficante conhecido como Lorde, supostamente o mandante do ataque ao ônibus da linha 350, ocorrido terça-feira (29).
O nome do traficante apareceu no bilhete deixado ao lado dos quatro homens encontrados mortos dentro de um carro e apontados como executores do incêndio. “Tá aí os que queimaram o ônibus. Nós do CVRL não aceitamos ato de terrorismo. CVRL lado certo da vida errada. Fé em Deus. Só falta o safado do pela-saco do Lorde (sic)”, dizia.