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Deputada Terezinha Fernandes envergonha o povo de Imperatriz


Data de Publicação: 3 de dezembro de 2005
 
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ESQUECEU DO POVO

A deputada de aluguel Terezinha Fernandes só envergonha o povo de Imperatriz, cidade da qual seu marido Jomar Fernandes foi um dos prefeitos mais corruptos de sua história e de onde ela saiu com 15 mil votos na eleição que disputou em 2002 para um mandato federal.

Terezinha fez uma das campanhas mais caras do Maranhão. Visitou de avião, todos os municípios maranhenses e em todos eles jogou dinheiro para se eleger. A origem do dinheiro, aliás, é duvidosa.

Nos últimos dias, a deputada - que se entregou ao governador José Reinaldo e integra a Frente da Traição - deixou os habitantes do município tocantino estupefatos e revoltados, a ponto de ela sumir da cidade às escondidas, com medo de manifestações de repúdio às suas condenáveis atitudes.

Depois, em entrevista a uma TV local, a pseudo defensora dos oprimidos e dos interesses da cidade, disse, na maior cara de pau, que não colocou um centavo para Imperatriz no Orçamento da União para 2006.

Os moradores da segunda maior cidade do Maranhão não acreditaram. Com seu conhecido rancor, sua arrogância e seu autoritarismo, sem o menor constrangimento e mostrando desprezo pela cidade que acolheu a ela e o marido quando eram ainda simples funcionários públicos, Terezinha falou um monte de besteiras e deixou claro que tomou a iniciativa de ignorar as causas da cidade em nome de um projeto pessoal e político cujo ingrediente principal é a retaliação política ao atual prefeito Ildon Marques.

Terezinha, mais uma vez, mostrou que gosta das coisas erradas. Ao invés de respeitar o povo da cidade que a adotou (principalmente as 15 mil que votaram nela e ajudaram-na a conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados), a deputada passou a defender o indefensável: as obras inacabadas que o marido deixou na cidade, uma "vingança" que ele fez só porque não foi reeleito.

Escondendo a verdade, Terezinha não disse que as obras foram licitadas (licitações suspeitas, diga-se de passagem) e os recursos foram liberados no governo do seu marido Jomar, e que eram para serem concluídas ainda no mandato do ex-prefeito.

Terezinha também não falou sobre os casos de corrupção e roubalheira no governo do seu marido; da sociedade mafiosa que ele montou com seu então supersecretário Márcio Jerry (hoje assessor da deputada em Brasília) para negócios ilegais na Secretaria de Educação; da maracutaia que armaram para ganhar dinheiro do povo com a construção da sede da Secretaria de Educação do Município, obra paga duas vezes à mesma construtora e nunca terminada; da riqueza acumulada pelos ex-secretários municipais do marido, quase todos do PT; e de muitos outros casos escusos que entristeceram a cidade e colocaram o combalido Jomar no rol dos ex-prefeitos mais corruptos da história de Imperatriz.

Terezinha e Jomar, definitivamente, não gostam de Imperatriz. Definitivamente, a deputada só envergonha o povo imperatrizense. Mas a resposta virá ano que vem, quando Terezinha aparecer toda santinha pedindo votos para sua reeleição.

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