A Associação de Travestis e Transexuais (Atrama) está concluindo um documento, que vai ser enviado à Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa e à Câmara Municipal da capital maranhense, em que pede a criação de leis de proteção aos homossexuais.
Segundo a presidente da entidade, que conta com 300 associados, Sabrina Drummond, muitos homossexuais são vítimas de agressões e a maioria não procura a polícia quando sofre a violência, por causa do preconceito que eles enfrentam nas delegacias. Três casos envolvendo violência contra homossexuais que fazem ponto na Avenida Guajajaras foram registrados nos últimos três meses.
No primeiro, o transsexual identificado Documento pede segurança para homossexuais como "Tieta" morreu atropelado. Há 15 dias uma pessoa desconhecida atirou em outro e na noite da última terça-feira (27) Nélson Silva Ferreira, conhecido como Susy, foi esfaqueado várias vezes pelo homem identificado como Válberto Pereira de Moraes, no retorno da Forquilha. Susy está internado no Hospital Clementino Moura (Socorrão II), onde não corre risco de morte, e o acusado, natural de Coroatá, encontra-se foragido.