O delegado Gustavo Alencar já começa a investigar novas denúncias contra o padre Francisco das Chagas da Silva, 61 anos, mais conhecido como padre “Beleca”, preso na última sexta-feira, acusado de crime de pedofilia e atentado violento ao pudor ao praticar sexo anal e oral com dois meninos, de 10 e 12 anos, que vendem bancos de madeira nas ruas daquela cidade, agora também passou a ser investigado por crime de estelionato.
Segundo o delegado, até o momento, “padre” Beleca ainda não apresentou nenhum documento pessoal, bem como nenhum documento da Igreja Ortodoxa de Alexandria, a qual ele se diz representante naquela cidade. Segundo “Beleca”, a igreja é registrada no cartório do 2º Ofício na cidade de Teresina, mas documentação que é bom, nada.
Padre “Beleca”, que ficou famoso em Timon por casar pessoas ainda não divorciadas e sem documentos exigidos pela Igreja Católica e aparecer em programas de TV promovendo casamento de gays - negou ter praticado sexo com as crianças.
Outras denúncias
A prisão aconteceu depois de ser observada a frequëncia de meninos na Igreja de Timon, onde mora padre Beleca. A delegada Wládia Holanda de Lima afirmou que o caso foi de flagrante, mas já existem outras denúncias de abuso sexual de crianças e adolescentes contra padre “Beleca”.