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Política.com


Data de Publicação: 9 de dezembro de 2005
 
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Acostumado a pagar para ser bajulado e até para mandar atacar adversários políticos, como aconteceu recentemente em Imperatriz, quando uma turba de pedetistas e pessebistas ofenderam o senador Sarney, o governador José Reinaldo experimentou seu próprio remédio na terça-feira. Uma turba enfurecida com o descaso de sua administração em relação à segurança pública de Imperatriz quis linchar o governador.

Zé Noel foi encurralado e ouviu em silêncio quando líderes classistas classificaram de embromação sua política de extinguir a estrutura da Secretaria de Segurança para a região tocantina criada por Roseana.

O povo, em passeata, exigiu que o governador cumprisse as promessas feitas por ele e por seus aliados na recente passagem da Assembléia itinerante por Imperatriz. José Reinaldo, incomodado com os carros de som que cobravam dele a responsabilidade pela onda de crimes de encomenda que acontecem naquela cidade, ficou impotente ante as acusações da comunidade local, que não aceita mais ser tratada como gente de segunda categoria.

Foi por essa postura inoperante que se multiplicou por 100 nos últimos três anos do governo José Reinaldo, o desejo da população de Imperatriz de se separar do Maranhão.

Frente de lima
O pessoal da comunicação do governador é mesmo hilário. Agora estão chamando a autodenominada Frente de Libertação do Maranhão de Frelima. Além de soar mal, a nova invenção reinaldista é motivo de gozação. Afinal, há um ditado que diz que lima e caldo de galinha não causam mal a ninguém.
Ou seja, não assustam.

Na moita
Está explicado porque a jornalista Jacqueline Heluy decidiu entrar para o rol dos reinaldistas, apesar da resistência - tímida, é verdade, de sua mãe, deputada Helena Heluy. De olho na vaga de Robson Paz, secretário-adjunto de Comunicação da AL, Jacqueline aceitou se embandeirar para a frente de lima e tratar Veja Agora como um tablóide.

Grana nas cuecas
A polícia de São Paulo prendeu dois homens no Aeroporto de Cumbica que tentavam embarcar com US$ 30 mil nas cuecas para a China.

Dizem que, embora chineses, os dois desastrados foram alunos na escola do PT.

Escapou fedendo
O relator da CPI dos Correios, deputado Osmar Serraglio pediu, mas o procurador-geral da República negou o pedido de prisão preventiva do empresário Marcos Valério.

Dizem que quando soube do pedido, o deputado Domingos Dutra tremeu nas bases. Ele temia que Valério contasse sobre as malas de verdinhas que vieram para o PT maranhense e que Dutra denunciou, mas depois abafou.

Hotéis ou motéis?
Alguns dos hotéis mais requintados de São Luís serviram mesmo de alcova para o padre Felix seduzir e corromper menores. O que a polícia precisa apurar é como esses meninos eram registrados nos apartamentos, já que eram todos de menor idade e não estavam em companhia de seus pais.

Afinal, são hotéis ou motéis?

Confissão com má-fé
O jornal de dr. Peta, aquele que abandonou o pai à própria sorte, continua a usar de má-fé quando o negócio é enganar o leitor. Ontem disse que a Lagoa da Jansen é uma fedentina só, devido à falta de esgotos. Não disse, como lhe convém, que Ricardo Murad construiu duas estações de tratamento de esgoto e Zé Noel as abandonou. Basta interligar a rede de esgotos às estações que o problema se resolve.

Falando nisso...
Zé Noel está com o saco cheio, mas não de presentes como sugeriu o babão jornal O Imparcial. É que, segundo dizem, ele não agüenta mais os ataques de estrelismo de João Evangelista, que agora achou mais um jeito de se promover, numa tentativa desesperada de ser a carta da manga da sucessão governamental. Quer ser vice..., mas de Roseana.

Agora ele aparece na Mirante. Para a ira de Zé, que também queria estar lá.

Sebastião, o escritor
Pouco afeito às palavras e com limitadíssima capacidade intelectual, o deputado federal Sebastião Madeira disse que, só de inveja de Sarney, também vai escrever um livro.

Alguém sugeriu que o título seja: “Como o lobista Alexandre Paes dos Santos quase arruinou minha vida”.

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