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SUBTERFÚGIO


Fonte: Edição 05
Data de Publicação: 17 de julho de 2005
 
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E-mail: subterfúgio_jornalvejaagora@estadao.com.br

NO XILINDRÓ
- Será que é verdade que um secretário adjunto armou o maior barraco na Lagoa da Jansem e quase acabou no xilindró? Lá pela Rffsa, os fuxicos dão conta que sim. Segundo fontes fidedignas, no último dia 28, Manoel Viana, secretário adjunto da Indústria e Comércio, filho do jornalista Chico Viana, desacatou um sargento da Polícia Militar e foi levado de roldão para o plantão. Aos berros ensurdecedores, o cabra entrou gritando que era secretário de Estado. O delegado, coitado, temendo represálias, sequer registrou o caso e nem colocou no relatório enviado ao poderoso "chefão". Oh! Cabra de sorte. Se tu esbarra com um tal de Naason, o flagrante era coisa certa.

TIRANO - Contínua o pesadelo dos praças no 9º Batalhão da Polícia Militar. Nossa! A chiadeira lá é geral. O pessoal ta clamando por socorro. Considerado a reencarnação de Hitler, parece que o coronel Furtado sente prazer em aterrorizar seus comandados. Dizem que o baixinho, apelidado de "besta fera", só se acalma quando recebe a "visitinha" de uma loiraça. Êta Mulher! Qual o segredo do seu sucesso? Tu não queres ganhar algum em troca dessa receita milagrosa? Pense bem! O soldo dos oficiais não está lá essas coisas!

BARBOSA I - Quando será divulgado os nomes dos responsáveis pela morte do funcionário da Secretaria de Educação, José Maria Chagas Barbosa? O crime ocorreu em abril de 98, quando a vítima saia de casa, no bairro do Renascença. De acordo com informações de um membro do primeiro escalão, na época do fato, Barbosa, que era superintendente administrativo, estava fazendo uma minuciosa auditoria nas contas da Seduc. O inquérito, hoje sob a responsabilidade da Delegacia de Investigação Criminal- DEIC, já estaria elucidado desde a época que o grupo de elite da PC intitulava-se Divisão de Combate ao Crime Organizado - DCCO, comandada pelo delegado Paulo Márcio Tavares. Aquele suspeito de envolvimento com um grupo de hackeres preso na capital. Alguém se arrisca a falar?

BARBOSA II - Comenta-se a "boca pequena", que três pessoas teriam executado o auditor. Dois seriam militares e o terceiro, um pistoleiro profissional, "figurinha" conhecida no meio policial, acusado da prática de vários assaltos e homicídios. O auditor, disse-me o girafão, teria assinado sua sentença de morte ao descobrir o desvio de verba dos cofres da secretaria. O motivo para os nomes estarem sendo guardados a sete chaves? Ah! Isso também é mistério. Mas os íntimos apontam uma razão: a possibilidade do caso respingar em um membro da Assembléia Legislativa. Os fuxicos ainda dão conta que, um dos acusados, inclusive, já até estaria preso. Será que isso é verdade?

APADRINHADOS - O clima de terrorismo na "casa grande" está tirando o sono de muita gente. Depois da listinha com nomes de mais de 40 delegados e 50 agentes debandados para o interior, parece que novas transferências serão anunciadas. Os queixosos afirmam que, enquanto alguns são obrigados a mudar de endereço para ganhar uns míseros vinténs, um festival de diárias "fantasmas", mesmo sem ordem de missão, é distribuído aos apadrinhados. O assessor da mulher que tem a chave dos cofres da Segup anda dedurando uma galera. Sabe o baixinho perigoso? Aquele quatro olho de língua afiada? Pois bem!!! O camarada tá se dando é de bem!!!! É, parece mesmo que o diabo não é ruim pra todo mundo!!!

INCÓGNITA - Continua tudo como antes no quartel de Abrantes! Nenhuma providência parece ter sido tomada para apurar o envolvimento do Regional de Santa Inês, delegado Paulo Márcio Tavares, com um grupo de hackeres, divulgado aqui na edição passada. Dois palpites encabeçam a bolsa de apostas nos corredores da Segup. O corporativismo é a primeira explicação, mas a liderança do ranking, segundo policiais, está por conta do delegado Paulo Márcio ser considerado um arquivo ambulante, com muitas histórias "picantes" e "interessantes". Será?

RESULTADO - Ai ai ai! Se o disse me disse nos bastidores for verdade! Não sei como a cúpula da Segup vai explicar à população e aos familiares do prefeito de Buriti Bravo, João Leocádio, o resultado do exame residográfico feito em São Paulo. O prefeito foi encontrado morto no dia 10 de março do ano em curso. Primeiro, afirmou-se tratar de suicídio, em seguida desmentiu-se essa versão. Parecendo cego em tiroteio, o "Zé" chegou a pedir apoio da Polícia Federal para elucidar o caso. Depois de muitos "levantamentos" e "conversas ao pé do ouvido", dois homens foram presos e confessaram a autoria do homicídio. No entanto, os nomes dos supostos mandantes nunca foram revelados. E agora? O povo quer saber: Qual o resultado do exame? Será que a versão de homicídio será mantida?

NA MAIOR FOSSA - Sabe a secretária do chefão da "casa grande"? Aquela metida a gostosona? Nem te conto!!! A quarentona tá na maior fossa. Depois de meses, a mulher não suportou a insegurança e, finalmente, terminou o namoro com o "malhador". Estudante de Educação Física do Uniceuma, 19 aninhos de muita disposição, o saradão Guilherme já está distribuindo charme e safadeza nas baladas. Já a moça, vive com o olhar perdido e a atenção dispersa no trabalho. Cuidado!!! Paixão não mata, mas maltrata!

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