Felipe e Petkovic não escondem que tornarem-se ídolos da exigente torcida tricolor é uma de suas metas a serem atingidas no Fluminense. Os atletas alcançaram esse status em, praticamente, todas as equipes que jogaram.
No Brasil, Pet foi ídolo das torcidas do Vitória, do Flamengo e do Vasco. Só não foi bem nas experiências internacionais que teve na Espanha (Real Madrid) e na Arábia (Al-Ittihad). Felipe também marcou em suas passagens por Flamengo e Vasco, mas deixou a desejar quando esteve no Palmeiras.
ÍDOLOS
Telê Santana: O mineiro Telê se destacou na década de 1950 e marcou a torcida tricolor pela sua raça, habilidade e velocidade como ponta-direita. Jogou pelo Fluminense de 1951 a 1962 e foi apelidado "Fio de Esperança" pela sua persistência e luta em campo. Conquistou os Estaduais de 1951 e 1959 e os Torneios Rio-São Paulo de 1957 e 1960.
Carlos Alberto Torres: Líder dentro e fora de campo, o lateral-direito foi um verdadeiro ídolo do Fluminense nas décadas de 1960 e 1970. Era um jogador que ocupava toda a faixa direita do campo, sem dar menos atenção ao ataque ou à defesa. Esteve no time apelidado de "máquina tricolor" que conquistou o bi estadual de 1975/76.
Assis: O Fluminense da década de 1980 teve alguns nomes de peso para a torcida, mas um deles marcou pelos gols decisivos em finais. Assis venceu o goleiro Raul na final do Estadual de 1983 e Fillol na decisão de 1984, ambas contra o rival Flamengo. Não por menos, é até hoje conhecido como o "Carrasco".
Renato Gaúcho: A década de 1990 foi turbulenta pelos sucessivos rebaixamentos que levaram o Flu à Terceira Divisão do Brasileiro. Antes disso, a equipe já estava há nove anos sem conquistar um título até que Renato Gaúcho, de barriga, fez o gol da conquista do Estadual de 1995. Por isso, tornou-se ídolo de uma carente torcida.