Em 24 jogos pelo Palmeiras neste Brasileirão, o meia Marcinho só ficou fora por seis minutos. Desde que estreou, dia 15 de maio, na derrota de 2 a 1 para o Paraná, o camisa 11 jogou todas as partidas. Só foi substituído em um duelo, contra o Santos, aos 39 minutos do segundo tempo, no dia 29 de maio, para a entrada de um volante, Marcinho Guerreiro, que ajudou a segurar o 2 a 1 alviverde.
Artilheiro do Brasileiro com 15 gols, ao lado de Alex Dias (Vasco) e Robson (Paysandu), o meia foi apresentado como solução, mas apesar dos gols (foram 14 pelo Palmeiras e um pelo São Caetano, na estréia do Brasileiro, justamente contra o Verdão) foi tratado com desconfiança na fase negra, pós-eliminação na Libertadores para o rival São Paulo e seqüência de tropeços no Brasileiro com Paulo Bonamigo.
Marcinho tem média de 0,62 gol por jogo no Brasileiro e se a mantiver vai se tornar o maior artilheiro da história do Palmeiras em uma só edição, com 25 gols (cinco a mais do que fizeram Leivinha, em 73, e Mirandinha, em 86).