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Indefinição marca greves em São Luís



Data de Publicação: 17 de setembro de 2005
 
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Professores e carteiros continuam em greve em São Luís. Já procuradores do Estado, motoristas e cobradores ainda estão no impasse se fazem ou não a paralisação. Ontem, todas as categorias fizeram reuniões para deliberarem sobre o movimento na capital. Na próxima semana, novas reuniões devem ocorrer.

Os motoristas e representantes do Sindicato das Empresas de Transporte (SET) voltaram a reunir para mais uma rodada de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MA). Apesar da reunião ter sido realizada durante toda a manhã e parte da tarde, não houve consenso.

“As negociações emperraram quando os patrões e a Semtur (Secretaria Municipal de Transportes Urbanos) não se negaram a tocar no assunto dos consórcios. Vamos nos encontrar novamente na próxima terça-feira, para nova reunião. Se não houver acordo, faremos deliberações sobre parar ou não as atividades”, informou o presidente da junta governativa do Sindicato dos Rodoviários, Roberval Tavares.

O impasse também marcou a reunião entre funcionários e presidência da Empresas de Correios, ocorrida em Brasília. Até o fechamento desta edição, não havia nenhum pronunciamento de qualquer uma das partes sobre a continuidade ou não da greve. “A paralisação em São Luís só vai continuar se a Federação dos Trabalhadores em Correios não chegar a nenhum acordo”, informava o diretor executivo da entidade em São Luís, Osvaldo Cruz Brito.

Já os professores da Ufma continuam em greve por tempo indeterminado. “Na segunda-feira, faremos uma assembléia para avaliar a contra-proposta do Governo Federal e o movimento. Mas não há prazo para o movimento acabar, até o momento, o governo não se mostrou disposto a atender às reivindicações”, declarou o vice-presidente da Apruma, Welbson Madeira.

Outra categoria que pode decretar greve por tempo indeterminado são os procuradores. Ontem, eles fizeram nova reunião e decidiram fazer uma paralisação de advertência, no dia 27. “A partir desse movimento, vamos nos reunir novamente e deliberar sobre a greve”, informou o presidente da Associação de Procuradores, Gustavo Castro.

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