Grameen Bank
Criador do microcrédito ganha Prêmio Nobel
O economista bengalês Muhammad Yunus e o banco Grameen Bank, fundado por ele, ganharam o Prêmio Nobel da Paz 2006 por seu esforço para retirar milhões da pobreza, que lhe rendeu o apelido de “banqueiro dos pobres”, anunciou o Comitê Norueguês do Nobel, em Oslo.
Yunus, 66, estabeleceu, em 1976, um novo tipo de sistema bancário voltado para atender aos necessitados, particularmente mulheres, em seu país natal, Bangladesh, permitindo que os bengaleses iniciem pequenos negócios com maior facilidade. Com a iniciativa, ele foi o pioneiro de um modelo exaustivamente copiado por mais de cem países, dos Estados Unidos a Uganda.
“É uma grande alegria para mim e para meu país”, disse Yunus em sua casa em Dhaka.
Sanções
ONU vota hoje pacote contra Coréia do Norte
O Conselho de Segurança (CS) da ONU aprovou ontem o texto da resolução que prevê sanções a serem aplicadas contra a Coréia do Norte devido a seu programa nuclear. A proposta, elaborada pelos Estados Unidos, deve ser votada hoje.
Segundo John Bolton, os membros do Conselho “alcançaram um acordo unânime” a respeito da resolução.
Membros da Defesa sul-coreana participam de cerimônia em Memorial de Guerra em Seul
O CS aprovou o texto 5 dias depois que a Coréia do Norte anunciou a realização de um teste nuclear, causando apreensão em vários países do mundo. A versão final da resolução expressa a “profunda preocupação” como acirramento das tensões na Ásia após o anúncio das atividades norte-coreanas, que representam “uma clara ameaça à paz e a segurança mundiais”.
Vietnã
Prisioneira escapa de pena de morte ao ficar grávida
Uma mulher escapou da pena de morte no Vietnã quando se descobriu que ela estava grávida de onze semanas.
A presa, uma traficante de heroína de 39 anos, estava detida na solitária aguardando a execução da pena.
Segundo a polícia, o pai da criança é um preso que entregava comida aos detentos que esperavam pela pena de morte.
A lei vietnamita determina que a pena de morte para mulheres grávidas seja convertida para prisão perpétua.
Nguyen Thi Oanh, que perdeu um apelo contra sua pena, iria ser executada por um pelotão de fuzilamento no fim do ano.