ExpedienteEdições AnterioresMapa do SiteFale Conosco
EDITORIALPOLÍTICACOLUNASSÃO LUÍSENTRETENIMENTOESPORTEGERALPOLÍCIA
São Luís -
Home » Edições Anteriores » Outubro/2006 » Edição 364 » Geral

MUNDO



Data de Publicação: 25 de outubro de 2006
 
Diminuir corpo de textoAumentar corpo de texto

ÍndiceTexto AnteriorPróximo Texto

Palestina
Assentamentos de colonos judeus são expandidos


Uma investigação de dois anos levada a cabo por setores da Defesa de Israel apontam que, apesar das promessas do governo israelense, os assentamentos judaicos em áreas palestinas aumentaram em vez de diminuir, segundo reportagem publicada ontem pelo jornal israelense “Haaretz”.

A informação teria sido apresentada a dois ministros da Defesa de Israel, Amir Peretz e seu predecessor, Shaul Mofaz, mas não foi divulgado publicamente e várias pessoas que participaram do estudo tiveram de se comprometer a não revelar nenhuma informação.

Segundo informações de fontes de segurança que conhecem o material, o estudo é uma “bomba” política e diplomática, informa o “Haaretz”, acrescentando que a não-publicação seria uma tentativa de evitar uma crise com o governo dos EUA.

Conflito
Resposta da Colômbia às Farc será ainda mais dura


O carro-bomba que explodiu em Bogotá na última quinta-feira (19), cuja ação foi creditada pelo governo colombiano à guerrilha Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), pode ser o ponto de partida para o recrudescimento da violência na Colômbia. "O governo do presidente Álvaro Uribe promete agora novas e agressivas ações militares contra os rebeldes", disse à Folha Online o vice-presidente colombiano, Francisco Santos Calderón, 41.

O ataque deixou 23 feridos e abriu uma lacuna nas discussões de paz entre a guerrilha e o governo. A resposta do governo foi rápida: Uribe suspendeu a autorização para um encontro entre delegados do governo e membros das Farc, que serviria para negociar a troca dos 59 políticos, soldados e policiais seqüestrados pela guerrilha por 500 rebeldes detidos em prisões do país.

Anglicanismo
China condena pastor por pirataria de Bíblia


As autoridades judiciais chinesas condenaram o pastor protestante Wang Zaiging a dois anos de prisão e ao pagamento de uma multa de 100 mil yuans (cerca de 10 mil euros) "por imprimir Bíblias e outros materiais cristãos de forma ilegal".

A sentença, de acordo com a agência AsiaNews, foi pronunciada no último dia 9, mesmo dia em que o arcebispo anglicano chinês de Canterbury, Rowan Williams, conversou com as autoridades chinesas sobre a necessidade de melhorar a formação teológica dos pastores do país.

Em Pequim, o arcebispo se reuniu com alguns membros do governo chinês e discutiu "vários casos de perseguição religiosa", além da prisão do pastor Cai Zhuohua, condenado a três anos de prisão por "tráfico de Bíblias".

O líder anglicano Williams, é o primeiro pastor estrangeiro de sua igreja a visitar a China nos últimos dez anos.

Williams disse ter notado "um crescente espírito de abertura na China" e ressaltou a possibilidade de colaborar com as igrejas oficiais em questões como a saúde infantil, a educação de pastores e a construção de seminários e bibliotecas.

Links Patrocinados

BUSCA:

Edição 364
Edição 364
Página Anterior | Recomendar | Imprimir | Topo

Jornal do Povo do Maranhão - Jornal Veja Agora
Copyright 2005 - 2006 Jornal Veja Agora. Todos os direitos reservados
Rua Jorge Damous, nº 257, Caratatiua - São Luís - MA
Tel: (98) 3253-6696 Geral - 3253-6605 Comercial e Assinaturas
redacao@jornalvejaagora.com.br