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Notícias Policiais



Data de Publicação: 29 de outubro de 2006
 
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Homicídios
Além de Caio César de Melo Gomes, morto a tiros, outros dois corpos, vítima de arma branca, passaram pelo IML. Com procedência do local, às 00h10 de ontem, Isaías Oliveira da Silva, 23, que residia na Avenida Paulo Avelar, nº 14, na Vila São José, Maiobão, além de Antônio Carlos Silva Nascimento, 24, que residia na Rua da Misericórdia, nº 136, no Centro. Este último ainda chegou a ser socorrido, mas morreu logo depois de dar entrada no Socorrão I.

Colisão
Um Gol branco e um Corsa Hatch se envolveram em um acidente no cruzamento da Avenida Luís Rei de França que dá acesso ao conjunto Itapiracó. Com a colisão dos dois automóveis, o Corsa só veio a parar no muro de uma lanchonete. Apesar do acidente e do longo engarrafamento que se formou, não houve vítimas e de acordo com os policiais que estão no local, provavelmente algum dos condutores não respeitou o sinal vermelho.

Audiência
Atendendo solicitação do Judiciário e Ministério Público foi realizado nesta quinta-feira (26), uma audiência pública no município de Amarante, em que a cúpula da segurança no Maranhão falou sobre os planos para combater o crime naquela cidade. Ontem, foi inaugurado no município de Arame um complexo policial que visa a dar maior apoio para o combate ao crime na região, principalmente no que se refere ao tráfico de drogas, uma vez que ali existem várias aldeias de índios.

Coronel I
O tenente-coronel Correia Lima, preso como acusado de liderar as ações do crime organizado no Piauí, que esteve preso durante meses no presídio Manelão, localizado no Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão, recomendou aos advogados Leôncio Coêlho e Juraci Bezerra que recorressem das sentenças de pronúncias prolatadas pelo juiz Antônio de Jesus Noleto, da 1ª Vara do Júri. Juntamente com outros acusados, o coronel teria mandado executar os representantes Hélio de Araújo e Einaldo Liberal da Silva, assim como o cabo Honório. Nos dois casos, Correia Lima havia sido pronunciado, recorreu ao Tribunal de Justiça e depois para o Superior Tribunal de Justiça - STJ, em Brasília (DF), que determinou a nulidade da sentença e que esta fosse refeita pelo juiz processante.

Coronel II
Quando os autos retornaram à 1ª Vara do Tribunal do Júri, o juiz Antônio de Jesus Nolêto as refez, mas até agora os réus e seus advogados não foram citados oficialmente da decisão.

O advogado Leôncio Coêlho afirmou que irá ingressar com recursos em sentido estrito junto ao TJ do Estado, afirmando que irá a todas as instâncias da Justiça para provar a inocência do coronel, inclusive, solicitará que ele seja posto em liberdade, pois está com sete anos preso e somente agora é que a sentença foi feita.

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