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Variedades: A ROSA DA LIBERDADE E OS RATOS DA COLISEU



Data de Publicação: 29 de outubro de 2006
 
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Cantador: Boca de Fogo

I
"Liberdade, liberdade"
"Abre as asas sobre nós"
Diante da força do povo
E o clamor da nossa voz
Nos livre das armadilhas
Desse governante algoz

II
A liberdade que queremos
Não é essa explorada
Por esses bocas-de-lixo
Que têm a língua queimada
Por endeusar um velhaco
Com a mente esclerosada

III
Em parceria com a rosa
E harmonia com Deus
Queremos sim, nos ver livres
Dos ratos da Coliseu
Que são muito mais larápios
Que os gatos do Tadeu

IV
Queremos sim, nos ver livres
Da Evita do Rubão
Mais um que não se elegeu
Devido à aporrinhação
De bajular tanto a dama
Como também o patrão

V
Queremos também nos ver livres
Dos falsos libertadores
O líder e o subordinado
Dois malignos traidores
Que dão suporte a uma frente
Composta de sugadores

VI
E abaixo os brutamontes
Com suas selvagerias
Igualmente ao Ferdinand
Que age com covardia
Apoiado por seu irmão,
O prefeito de Caxias

VII
Nessa turma endiabrada
Do Jajá e Zé Noé
'Inda tem um FDP
Chamado de Catulé
Que ao lado de Ferdinand
Deu pra bater em mulher

VIII
Com essas cenas de horror
Eu fico a me perguntar
Será essa a liberdade
Que eles querem nos dar
Fomentada a ferro e sangue
Pelo líder do Jajá

IX
Cadê o "filho do vento"
Que seguindo seu patrão
Num gesto de conivência
Se aliou à corrupção
Se bandeando pro Jackson
Sem defender seus irmãos?

X
Esse show de crueldade
Que estão querendo abafar
Com medo da reação
Que vem de todo lugar
As imagens estão aí
Pra quem quiser comprovar

XI
E agora, seu mentiroso,
Cara de maracujá,
Já que se diz socialista
Responda sem gaguejar:
Na eleição das Diretas
Por que não estavas lá?

XII
E no impeachment do Collor
Onde esteve a Roseana
De novo o "pernas-curtas"
Que tanto mente e difama
Ficou em cima do muro
E hoje nada na lama

XIII
Com o espírito da mudança,
Coragem e altivez,
Sem medo de ser feliz
E da ira de vocês
Nós estamos preparados
Pra ganhar mais uma vez

XIV
Portanto, seu traidor,
Veja se você se manca
Quem serve pra ser capacho
Comigo não bota banca
Não tenho medo de cara-feia
Quanto mais da tua carranca

XV
Nem do médico, nem do monstro
Que atuam num corpo só
E nem da sua mazela
Que cada dia é maior
Causando dor na cabeça
E às vezes no fiofó.

XVI
E vivas pra nossa guerreira
Que veio para expulsar
"Os ratos da Coliseu"
Que querem continuar
Com o trio da maldade,
O Alckmin, o Rei e o Jajá.


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