Até o fechamento da nossa edição, permanecia na geladeira do Instituto Médico Legal o corpo do assaltante identificado apenas como Marco Aurélio, o "Marquinhos", acusado de inúmeros assaltos, entre eles, o que teve como alvo o resplendor do templo de São José de Ribamar.
Ele foi executado na madrugada de domingo, com 11 tiros, a maioria na cabeça, na Vila Isabel Cafeteira, onde ele residia e teria envolvimento com o tráfico de drogas. No local, como sempre, impera a lei do silêncio, mas segundo informações extra-oficiais, um elemento identificado apenas como "Rozinho", que também teria envolvimento com o tráfico na área, teria sido o autor do crime.
Além do caso do resplendor, e das muitas fugas de diferentes distritos da capital, a participação no latrocínio (roubo seguido de morte), no supermercado Pucumã, no Cohatrac, há dois meses, seria um outro caso que levou "Marquinhos" a ocupar as páginas policiais.