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Dois brutais assassinatos em São Luís deixam a polícia comendo moscas



Data de Publicação: 11 de novembro de 2006
 
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Em são luís
Jovens morrem na Fé em Deus e Anel Viário

Com algumas semelhanças, dentre elas, o tipo de arma usada e as características de execução, dois crimes de homicídio foram registrados nas últimas horas na capital periférica. O primeiro foi registrado em um pequeno casebre na II Travessa Joaquim Serra, s/n, na Fé em Deus, onde o segurança Mayron Jorge Louzeiro de Anchieta, conhecido como "Índio" ou "Juruna", 22, foi assassinado com vários tiros no rosto, deixando-o desfigurado.

Em companhia da esposa e a filha, de apenas três anos, a vítima assistia televisão quando foi surpreendida, na pequena sala, por um elemento identificado apenas como "Cobra do Promorar", que seria traficante. O elemento efetuou vários disparos no rosto de Mayron, e, em seguida, empreendeu fuga. De acordo com populares, um desentendimento entre "Juruna", "Cobra do Promorar" e um irmão deste, identificado apenas como "Edinho", teria motivado o crime.

Na confusão, além de apanhar, "Edinho" teria sido preso, o que causou a ira do acusado, que jurou vingança. No local, além dos peritos do Instituto de Criminalística, esteve presente o delegado Antonio Sobrinho, de plantão da Rffsa que, após os procedimentos de praxe, determinou a remoção do corpo para o IML. O delegado também se fez presente em um bar, localizado no Anel Viário, onde às 3h da manhã, também com vários tiros, Adriano Silva Lobato, conhecido como "Olhão", 24, que residia na Avenida dos Portugueses, nº 108, no Anjo da Guarda, foi morto.

Conforme os levantamentos feitos no local, Adriano bebia quando foi surpreendido por dois homens, que ocupavam uma moto XR branca, placas HPO/5566. O que estava na garupa, desceu, aproximou-se da vítima e, sem qualquer discussão, efetuou vários disparos e em seguida fugiu. A moto, pela consulta ao Renavan, está em nome de Antônio Gonçalves, morador na Rua Ana Maria, nº 10, no centro da cidade de Cachoeira Grande. Os casos serão investigados pelo 8º e 1º DP, respectivamente. Nenhum dos acusados havia sido preso até o final da tarde de ontem.

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