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Praça na Cohab se transforma em depósito de lixo e reduto de marginais



Data de Publicação: 15 de novembro de 2006
 
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DESPREZO
Área de lazer abandonada pela Prefeitura

Entre a Avenida Jerônimo de Albuquerque e a Avenida 5, na Cohab, uma pequena pracinha, que deveria ser local de lazer e descanso, só preocupa os moradores. Ladeada por uma Igreja Evangélica e uma Igreja Católica, o espaço se transformou em reduto de usuários de drogas.

Acuada, a população se vê refém da situação mesmo dentro de casa. Durante uma briga entre os freqüentadores, um assassinato já aconteceu ali. Assaltos são recorrentes e os moradores reclamam que já não podem sentar-se à porta de casa depois das seis da tarde.

Os marginais estão ali o tempo inteiro e mesmo à luz do dia fazem uso de narcóticos. Embora isso aconteça livremente, muitos carros - inclusive caminhões- cortam caminho pelo passeio de pedestres para evitar fazer o retorno na outra quadra até chegar à Jerônimo de Albuquerque. Há quem diga que até mesmo os carros de polícia costumam transitar na praça.

E não são esses os únicos problemas de quem vive por ali. O mau cheiro e a sujeira são incômodos freqüentes. A última capina foi feita há quase dois meses, e o mato se espalha na área. O pároco da igreja católica providenciou a colocação de uma cesta de metal para colocar lixo até que o caminhão de coleta passasse. No entanto, ainda assim, o chão tem ficado tomado imundícies.

Alguns moradores dizem já ter solicitado a presença de técnicos da vigilância sanitária para fazer a vistoria nos trailers de lanches que existem na área, mas até o momento não foram atendidos.

O descaso do prefeito Tadeu Palácio com a situação de quem vive por ali é tamanho que nem mesmo seguidos telefonemas à Prefeitura não resolveram o problema. "Até agora, de nada adiantou ligar e comunicar. Eles só nos ignoram", comentou uma moradora que não quis se

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