A principais centrais sindicais insistem que o governo deve reajustar o salário mínimo dos atuais R$ 350 para R$ 420 e prometem mobilização para pressionar o governo. Nos estados, haverá manifestações no dia 29 de novembro.
Para a CUT, a proposta de R$ 367, reforça a disposição da central em realizar uma marcha pelo salário mínimo em Brasília. "Vamos pressionar para que o valor previsto no Orçamento, que inicialmente já estava aquém de nossa reivindicação, seja superado", disse Artur Henrique, presidente da CUT.
O presidente da CGT, Salim Reis, disse que "o governo está querendo arrumar confusão". O movimento sindical não aceitava a proposta de R$ 375 e muito menos aceitará R$ 367. "