O ex-secretário do Ministério do Trabalho Osvaldo Bargas negou, em depoimento à CPI dos Sanguessugas, que tenha coordenado a tentativa de compra de um dossiê contra políticos tucanos. Ele revelou que se sentiu "traído" por não ter sido informado da negociação e que só ficou sabendo quando estourou na imprensa, com as prisões de Valdebran e Gedimar.
"Se existisse a negociação eu tinha que ficar sabendo", afirmou Bargas, que isentou o presidente licenciado do PT, Ricardo Berzoini. "Bargas disse ainda que foi designado por Jorge Lorenzetti para acompanhar a entrevista de Luiz Antônio Vedoin, chefe da máfia das ambulâncias, à revista "IstoÉ".