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Data de Publicação: 28 de novembro de 2006
 
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Regis Marques
regisveracruz@uol.com.br


Tirando da reta
O marqueteiro de José Reinaldo, Jackson, Vidigal e Aderson Lago fugiu da raia e tirou o dele da reta. Depois da péssima repercussão de suas declarações junto àqueles que, principalmente, atuaram como laranjas de Jackson Lago, Antônio Melo pediu um espaço no JP para tentar encobrir o sol com a peneira. Mas os sócios de Flavinha na lista do mensalão também se sentiram atingidos e disparam torpedos contra o falastrão marqueteiro. Não deu outra.

Por livre e espontânea pressão de Aderson e Vidigal, Melo tentou desfazer a meleira que ele criou na entrevista à Veja e só conseguiu mostrar o seu grau de puxa-saquismo. Ele elogia até Alexandra, mas não entra naquela dos babacas daqui que querem transformá-la numa heroína. E faz um esforço enorme para livrar a cara de Aderson como laranjão.

Melo se acovardou. E não porque resolveu dar uma nova interpretação dos fatos, mas porque foi pressionado por José Reinaldo a aliviar com a dupla Laranja & Banana, sob pena de não receber os restos a pagar do mensalão da Flavinha.

Falta agora se acertar com o pessoal dos blogues que já criaram a campanha "Xô Marqueteiro!"

Cem anos de perdão
O JP vive elogiando o sócio da AMI - Associação dos Mensaleiros da Imprensa, Cláudio Humberto. Sócio da corrupta República das Alagoas do hipercorrupto Fernando Collor, Cláudio Humberto aparece na lista do mensalão de Flávia Regina, secretária de José Reinaldo, em meio aos que recebiam propina para falar mal de Roseana e Sarney. Está cada vez mais atual que diz que ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.

Picaretas, não!
O site http://conjur. oestadao.com.br está fazendo uma enquete sobre a necessidade do diploma para o exercício do jornalismo. É uma boa chance para quem é jornalista dizer não aos picaretas.

Conciliação
O presidente e o corregedor do Tribunal de Justiça, desembargadores Galba Maranhão e Raimundo Cutrim reúnem hoje a imprensa para discutir o envolvimento de todos no Movimento Nacional pela Conciliação, que visa a estimular acordos entre as partes com disputas jurídicas. O movimento quer reduzir o número de processos que tornam a Justiça lenta.

Prêmio ou castigo?
Os lobistas de plantão distribuem cargos à vontade. Um deles disse que o prêmio por Gilbeeerrroo Lima ter sido tão devotado ao mensalão da Secom vai ser a presidência da Rádio Timbiras, cargo que meu falecido pai, Vera Cruz Marques, ocupou no Governo Luiz Rocha. Já naquela época dirigir a Timbira era mais um castigo do que prêmio.
Foi nessa época que passei a duvidar da amizade de Lóia para com meu pai.

Índio
Pegou-me de surpresa o falecimento do revisor do Jornal Pequeno, Kléber Pinto Ferreira, conhecido nos meios jornalísticos pelo apelido carinhoso de Índio. Fomos contemporâneos no Liceu Maranhense e, depois, nos reencontramos na Redação do extinto Jornal de Hoje. Eu, como jornalista e ele, como um ótimo revisor. À família, minhas condolências.

Vítimas
Eu e Índio sofremos as agruras de trabalharmos para o então senador e agora deputado federal em fim de mandato, João Castelo. Fomos, eu e ele, como dezenas de outros trabalhadores, vítimas de um monumental calote que Castelo deu em todos os servidores do jornal.

Réveillon
O Pestana São Luís Hotel quer inovar em termos de festa de fim de ano. O Ano-Novo, por exemplo, traz o "Réveillon de todas as décadas", festa temática com animação da orquestra Super Oara, de Recife. Com decoração dos velhos tempos. Além do show com as músicas que marcaram época, o evento dá direito a buffet, bebidas free, serviços de baby sitter e recreação. Informações pelo telefone: 2106-0505.

Corporativismo
Sem estabelecer uma regra geral para coibir o acúmulo das funções de juiz e professor, o Conselho Nacional de Justiça deve facultar a cada tribunal analisar seus casos. A minuta da resolução sobre o assunto deve ser apresentada na próxima reunião dos conselheiros, marcada para esta terça-feira. A decisão vai agradar metade da magistratura. Mais de 50% dos juízes lecionam em alguma instituição.

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