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Tribunal de Justiça instala duas Varas no Fórum do Calhau



Data de Publicação: 8 de novembro de 2006
 
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Agilidade
Justiça cidadã

O Tribunal de Justiça e a Corregedoria Geral da Justiça instalaram na manhã de ontem, no Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau, a 9ª Vara Cível e a Vara de Interdição. O presidente do TJ, desembargador Galba Maranhão, o corregedor-geral da Justiça, desembargador Raimundo Freire Cutrim, a vice-presidente do TJ, desembargadora Dulce Clementino, além de magistrados que atuam na Capital prestigiaram a solenidade.

A 9ª Vara Cível é uma das 14 varas cíveis previstas para serem instaladas em São Luís. Nove delas já estão em funcionamento. A nova Vara inicia atividades com mais de 10 mil processos, enquanto a Vara de Interdição terá número de processos superior a 4 mil. O diretor do Fórum, juiz Raimundo Barros, destacou a importância da iniciativa quanto à melhoria nos serviços, sobretudo da Vara de Interdição, que irá atender a portadores de necessidades especiais.

“Antes, os processos tramitavam nas varas de família. Agora, o atendimento especializado garantirá tratamento adequado a essas pessoas”, garante.

Para o desembargador Raimundo Freire Cutrim, as novas varas materializam um sonho antigo. Ele crê que a Vara de Interdição desafogará as varas de família, enquanto a 9ª Vara Cível deva reduzir os processos cíveis em tramitação. O corregedor afirmou que a iniciativa reflete a filosofia de tornar o judiciário cada vez mais ágil.

O presidente do TJ, Galba Maranhão classificou como louvável a criação das duas varas, já que visam a melhorar a qualidade do atendimento dos jurisdicionados. Ele destacou o trabalho de Cutrim à frente da corregedoria.

Assumem interinamente a 9ª Vara Cível e a Vara de Interdição os juízes Raimundo Bogéa e Fernando Cruz. Segundo Bogéa, a iniciativa atende ao objetivo da corregedoria de prestar maior auxílio a advogados e à comunidade. O juiz ressaltou que o ideal seria que as outras varas criadas fossem instaladas logo, mas reconhece que isso representa uma despesa muito grande. “O Tribunal não tem orçamento para isso”, lamenta.

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