Além da política econômica, o PT vê a educação como estratégica da próxima administração. O partido não desejaria ver a pasta entrar na lista de negociação da reforma ministerial.
Na reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (27), os petistas rejeitam a hipótese de levar ao presidente nomes ou sugestões para a composição do futuro governo, antecipando um debate do qual Lula já declarou que deixará para o final de janeiro.
De fato os petistas sabem que têm pouco a perder na reforma. Na atual composição, o partido comanda 16 pastas, das quais apenas a Previdência entrou na lista de reivindicação de alguma das outras nove legendas aliadas do presidente.