ExpedienteEdições AnterioresMapa do SiteFale Conosco
EDITORIALPOLÍTICACOLUNASSÃO LUÍSENTRETENIMENTOESPORTEGERALPOLÍCIA
São Luís -
Home » Edições Anteriores » Dezembro/2006 » Edição 415 » São Luís

Teto do abrigo da Praça da Saudade desaba e amedronta floristas



Data de Publicação: 28 de dezembro de 2006
 
Diminuir corpo de textoAumentar corpo de texto

ÍndiceTexto AnteriorPróximo Texto

Irresponsabilidade
Semsur abandona o patrimônio público

Mesmo depois de seguidas reclamações e de noticiários freqüentes, o secretário Carlos Rogério, da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SEMSUR), jamais tomou qualquer providência para conter a ação do tempo e do salitre que desgastavam a estrutura de ferro construída para abrigar os tanques de flores na Praça da Saudade.

O resultado foi o desabamento de parte da cobertura da área durante a última chuva forte que se precipitou sobre a cidade, na madrugada de ontem. O teto agora está dependurado a menos de um metro do chão.

A situação era crítica e o fato ocorrido agora já se anunciava. As bases de ferro já estavam completamente corroídas e as quatro extremidades da cobertura estavam escoradas por estacas de madeira.

Uma destas escoras não suportou o peso da água sobre o teto de PVC e se soltou. O estrago só não foi maior porque não havia ninguém no momento sob o abrigo. Além disso, a parte que pendeu não chegou a atingir o chão porque caiu sobre um dos tanques.

A irresponsabilidade da administração municipal reflete o descaso e a irresponsabilidade com que o prefeito Tadeu Palácio vem tratando o patrimônio público. "Nossa grande preocupação é com uma tragédia. Quando a chuva começa e o perigo é maior tem gente que corre para cá para não se molhar, sem saber o tamanho do risco que está correndo. Estamos todos com medo de ficar aqui, mas precisamos trabalhar", afirmou o florista Raimundo Severino da Luz.

Além dos problemas visíveis, outras questões atormentam quem vive ou trabalha por ali: "O teto tem corrente elétrica, porque antes tinha algumas luzes. Isso pode levar a uma grande tragédia. Nós tememos o que pode acontecer no carnaval, quando tudo está cheio, sempre chove e as pessoas se encostam aqui. Nós esperamos ajuda, mas ninguém olha por nós", reclamou Paulo Nogueira, que também trabalha vendendo flores na praça.

Links Patrocinados

BUSCA:

Edição 415
Edição 415
Página Anterior | Recomendar | Imprimir | Topo

Jornal do Povo do Maranhão - Jornal Veja Agora
Copyright 2005 - 2006 Jornal Veja Agora. Todos os direitos reservados
Rua Jorge Damous, nº 257, Caratatiua - São Luís - MA
Tel: (98) 3253-6696 Geral - 3253-6605 Comercial e Assinaturas
redacao@jornalvejaagora.com.br