ExpedienteEdições AnterioresMapa do SiteFale Conosco
EDITORIALPOLÍTICACOLUNASSÃO LUÍSENTRETENIMENTOESPORTEGERALPOLÍCIA
São Luís -
Home » Edições Anteriores » Dezembro/2006 » Edição 416 » Política

Telões serão o maior gasto do Palácio do Planalto com a posse



Data de Publicação: 29 de dezembro de 2006
 
Diminuir corpo de textoAumentar corpo de texto

ÍndiceTexto AnteriorPróximo Texto

O Palácio do Planalto detalhou, ontem (28), os gastos com a cerimônia de posse do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva. No total, o evento do dia 1º de janeiro custará em torno de R$ 1,15 milhão.

A posse acontecerá sem que o presidente tenha definido quase nenhum nome de seu ministério no segundo mandato, sob a argumentação de que, “em time que está ganhando”, não há pressa para mudanças. No entanto, postos-chave, como o de ministro da Justiça, permanecem em aberto —Márcio Thomaz Bastos já confirmou que sairá, mas seu substituto está indefinido.

Também não haverá nenhum tipo de transmissão da faixa presidencial. Lula colocará a faixa nele mesmo, sem nenhuma cerimônia pública. Quando Fernando Henrique Cardoso foi reeleito, em 1998, foi o chefe do cerimonial quem colocou a faixa no presidente, no dia da posse. Agora, Lula aparecerá sem faixa na primeira parte da posse e, quando ressurgir para subir a rampa do Palácio do Planalto, já estará com ela no corpo.

Telões
O maior gasto previsto para a posse será com cinco telões de LCD, que terão um custo total de R$ 270 mil, cerca de um quarto de toda a verba prevista para o dia da cerimônia. Um deles ficará na Esplanada dos Ministérios, enquanto os outros devem ficar nas proximidades da praça dos Três Poderes (atrás do Congresso Nacional, entre o Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto).

O governo deve gastar ao menos R$ 60 mil para levar a Brasília pessoas beneficiadas por seus programas sociais e outras iniciativas. Estão previstos R$ 50 mil só para passagens aéreas e de R$ 10 mil a R$ 15 mil para hospedagem e alimentação dos convidados.

Os convidados devem viajar em vôos comerciais, mesmo com a possibilidade de nova crise nos aeroportos no Ano Novo. “O governo não tomará nenhuma medida em relação aos seus convidados que os distinga dos demais brasileiros que vão viajar no final do ano”, afirmou o coordenador-geral da posse, Cesar Alvarez, que é assessor especial da Presidência da República.

Links Patrocinados

BUSCA:

Edição 416
Edição 416
Página Anterior | Recomendar | Imprimir | Topo

Jornal do Povo do Maranhão - Jornal Veja Agora
Copyright 2005 - 2006 Jornal Veja Agora. Todos os direitos reservados
Rua Jorge Damous, nº 257, Caratatiua - São Luís - MA
Tel: (98) 3253-6696 Geral - 3253-6605 Comercial e Assinaturas
redacao@jornalvejaagora.com.br