Todo o riquíssimo acervo da Academia Maranhense de Letras (AML) será acessível a toda a população. Isso só será possível porque a AML e a Companhia Vale do Rio Doce (CVDR) assinaram ontem um Termo de Compromisso para reforma das duas bibliotecas, a da Literatura Maranhense e a Astolfo Marques.
A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) também participará da recuperação com a cessão de 20 estagiários para classificar, catalogar e informatizar os 22 mil títulos entre obras raras e antigas.
"Após a reforma, o que hoje é inacessível, poderá ser visitado por estudantes e pesquisadores que terão acesso a obras literárias e sobre o Maranhão", afirmou o presidente da AML, Joaquim Itapary.