Foram apresentados na tarde de ontem, na Superintendência de Polícia Civil da Capital, o agente Carlos Magno Amaral Aragão, conhecido como "Carlito", e o cabo Wellighton Ferreira da Silva, o "Nelinho", lotado no Comando Geral, presos por força de um mandado de prisão preventiva, suspeitos de assassinar e desovar o pedreiro e vigilante da Cefor, José Matias Fonseca, conhecido como "Prego", 46 anos, que residia à Rua Bella Vista, nº 15, no morro do Zé Bombom, Coroadinho.
O corpo foi encontrado no último dia 26, na Vila Maranhão, e reconhecido pela esposa Joana Campelo no IML, A vítima foi morta com dois tiros de pistola, sendo um na cabeça e outro no peito. Segundo a mulher da vítima, "Prego" teria saído para trabalhar na CEFOR, onde não retornou mais.
Preocupada com o desaparecimento do marido, Joana foi até o 10º DP onde registrou ocorrência. O caso do assassinato estava sendo investigado pelo delegado Paulo Carvalho, do 5º DP. Ele teria contado com a ajuda do soldado José Airton de Paula, que ainda não havia sido preso até o fechamento da nossa edição, e do cabo Nelinho.
O delegado informou ainda que "Carlito" teria resolvido matar "Prego" por achar que ele poderia estar envolvido no roubo de objetos na residência dele. A vítima estava trabalhando na casa do acusado e ocorreu o desaparecimento de um molho de chaves e, em seguida, o roubo de vários eletrodomésticos. No início da tarde, o soldado Airton do Carmo foi preso quando trabalhava no trailler da Vila Luizão por engano, sendo liberado em seguida.
Em entrevista, os dois policiais negam acusação