CAOS NA SEGURANÇA PÚBLICA
Durante muitos anos a Segurança Pública no Maranhão andou à margem da lei, sem que despertasse nos governantes o valor que lhe era devido. A formação profissional que não atendia aos requisitos exigdos pela atividade policial, impossibilitava que o setor funcionasse a contento, e priorizasse o bem estar da sociedade. Naquela época, era comum a lei do mais forte se sobrepor ao mais fraco, e diante de qualquer contrariedade de interesses, os chamados crimes insolúveis marcavam negativamente nossa história.
Ao entender a importância da segurança pública para o bem estar da população, a quem sempre dispensou sentimentos humanitários, a então governadora Roseana, ainda na sua primeira administração, viu-se diante de fatos gravissímos que manchavam a imagem do Estado e colocavam em pânico os maranhenses. O incontrolável e alarmante índice de crimes de encomenda e o império da pistolagem a fez nomear para o comando do sistema o delegado da Polícia Federal, Raimundo Soares Cutrim.
Homem de hábitos simples que, dentre as características marcantes de sua personalidade, pode ser citada a paixão desmedida pelo segmento policial. Diante disso, ao longo de quase uma década, apesar das ações criminosas peculiares a uma metrópole, Raimundo Cutrim com o total apoio da governadora Roseana conseguiu tirar o Maranhão das mãos dos criminosos, baixando os índices de violência ao ponto dos avanços conquistados servirem de exemplo para outras capitais brasileiras que adotaram medidas implantadas pelo ex-secretário.