A Caixa Econômica Federal informou que os responsáveis pela quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa serão punidos. Segundo a instituição, o computador utilizado para acesso à conta e impressão do extrato, assim como seus dois usuários, já foram identificados.
Essa máquina não é um terminal de auto-atendimento, que pode ser utilizado pelos correntistas. O computador fica na sede da Caixa em Brasília e é usado somente por funcionários do banco.
A instituição informou ainda que esse episódio foi um ato isolado e que não ocorreu nas dependências das agências bancárias.
O banco não revelou o nome dos usuários da máquina usada para quebra do sigilo do caseiro, que deverão prestar depoimento sobre o caso.
"Os dois empregados usuários do equipamento foram convocados a prestar depoimentos, visando a identificação do responsável pela divulgação indevida das informações", diz nota da Caixa.
Segundo o banco, a apuração da responsabilidade pela quebra do sigilo "prosseguirá com toda a celeridade, observados os princípios constitucionais de ampla defesa e do contraditório, para que se chegue a elucidação dos fatos, aplicando-se as penalidades cabíveis".
A Caixa informou ainda continuará investigando o caso e que enviará para a Polícia Federal o resultado de seu inquérito interno.
"O fato em apuração é ato isolado, que a Caixa condena, e não ocorreu em suas agências, que continuam prestando todos os serviços com segurança e qualidade", diz o comunicado.