AMILHADO E COVARDE
Numa tentativa de intimidar Veja Agora e calar o diretor-responsável, Hostílio Caio Pereira da Costa, o jornal O Imparcial, usou vereador de Coroatá, notório pela imensa lista de delitos praticados, conhecido pela alcunha de Siba, para fazer acusações falsas contra o professor Caio.
Useiro e vezeiro em deturpar notícias (disse que havia 150 prefeitos no Lítero quando só havia 30 e poucos), fraudar fotografias (manipulou no computador uma foto para aumentar o número de pessoas presentes a um evento em Itapecuru com a presença do governador), criar factóides (foi O Imparcial quem primeiro chamou José Reinaldo de Zé Noel e Zé Povo) e de embolsar milionárias quantias para defender um governo corrupto e venal, a quem, às vésperas da eleição de 2002, chamou de corrupto, O Imparcial vai responder na Justiça pela leviandade de dar voz a um conhecido arruaceiro, com o único propósito de denegrir a honra alheia a mando de seu patrão e mentor, José Reinaldo.
Segundo o jornal, o professor Caio teria sido indiciado pelo Tribunal de Contas da União - TCU, depois que uma auditoria teria, supostamente, constatado o desvio de quase R$ 1 milhão das contas do Fundef. De forma irresponsável, o jornal, diz professor Caio teria sacado 230 cheques do Fundef no período de janeiro a abril daquele ano. Fazendo o jogo de seu corrupto patrão, o jornal afirma, ainda, que a ex-mulher de Caio, Rose Mary Lima dos Santos Costa, também, teria se apropriado de uma quantia superior a um milhão de reais.
O jornal age de má-fé e de forma covarde se sujeita à empulhação de José Reinaldo e se alia a um vereador cujo ato mais notório foi promover, como um reles criminoso, a invasão, depredação e agressão a tiros na TV Cidade contra a empresa e seus funcionários. Siba, vereador pelo PT de Coroatá, é casado com Régia Araújo, que esteve associada a um escândalo naquela cidade, com a esposa do também vereador Cássio.
A mentira
Um relatório elaborado de forma parcial por auditores do TCU, que foi prontamente rebatido pelos advogados do prefeito Rômulo Trovão contém 13 óbices à prestação de contas da Prefeitura em relação às verbas do Fundef de Coroatá. Não há, em nenhum dos questionamentos, qulquer acusação contra o professor Caio.
Todas as questões levantadas pelo TCU são elencadas como suposições. "Há indícios" é a expressão mais utilizada pelos auditores do TCU, numa atitude que demonstra a superficialidade com que o assunto foi analisado. Não há nenhuma acusação formal de desvio de verbas. "O que houve foi divergência de interpretação da Lei. Na ocasião, os prefeitos do Brasil inteiro acreditavam que o Fundef permitia que as verbas do fundo fossem aplicadas no treinamento de professores", disse Hostílio Caio.
Os advogados da Prefeitura de Coroatá, Abdon Marinho e Welger Freire dos Santos, encaminharam ao TCU um documento esclarecendo um a um os pontos questionados pelos auditores e num recado duro e destemido, acusam os auditores de "promoverem ilações sem qualquer lastro probatório... colocando em xeque a honra alheia".
Os advogados da Prefeitura derrubaram todos os argumento da auditoria e desde 2002 o processo está parado no TCU, já que não há uma única prova conclusiva contra Rômulo Trovão, Caio Costa ou sua ex-esposa.
Prêmios
Nunca houve, na história política do município, tanto investimento na educação como o que ocorreu nas duas gestões anteriores à atual.
A Escola Municipal Agrícola de Coroatá, construída na administração de Rômulo Trovão foi agraciada com o Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor. Na ocasião, o município de Coroatá era o que mais investia em educação pública em todo o Brasil, com verbas que atingiam 33,31 por cento da receital. A Escola Municipal Agrícola é a única instituição de ensino no Brasil dedicada ao ensino fundamental que adota métodos de ensino aplicado à atividade agrícola.
Por essa dedicação o Complexo Educacional de Coroatá, também construído durante as gestões de Rômulo Trovão, foi eleito pelo programa TV Escola como a melhor escola municipal do Nordeste.
Os cursos de aperfeiçoamento do magistério de Coroatá contaram com a presença de três expoentes da educação maranhense, os professores José Carlos Sabóia, Reynaldo Faray, que deu oficinas de dança, e o professor e teatrólogo Aldo Leite. Todos deixaram gravados depoimentos de estímulo ao trabalho que hoje é achincalhado de forma covarde pelo O Imparcial a mando de José Reinaldo.
