Usando duas motos, sendo uma azul e outra vermelha, ambas sem placas, três homens assaltaram na manhã de ontem, a agência dos Correios na cidade de Lago do Junco. Para facilitar a ação criminosa, os bandidos dominaram e fizeram de refém o sargento Francisco Nascimento Barros, 44 anos.
De acordo com informações da polícia, o militar foi dominado e rendido quando fazia uma ronda de rotina pelas ruas daquele município. Um dos acusados parou e perguntou onde poderia encontrar um telefone público, e quando Francisco começou a explicar, foi surpreendido pelo acusado que sacou a pistola e anunciou o assalto e, em seguida, tomou a .40 que estava em poder do militar.
Sob a mira das duas armas, Francisco foi levado para a agência dos Correios, cujo prédio é protegido por um portão de ferro.
O gerente, ao perceber a movimentação estranha correu para se esconder nos fundos do prédio, tendo os bandidos arrebentado o cadeado a bala. Fazendo o militar de escudo humano, o trio conseguiu entrar no local indo até o cofre, roubando todo o dinheiro descarregado meia horas antes por um carro forte.
Depois de pegar o dinheiro, os bandidos saíram e quando chegaram em frente à agência perceberam a presença de outros dois policiais, que também foram obrigados a entregar suas armas em razão da situação em que o sargento se encontrava. Os acusados fugiram em direção ao município de Bacabal e, até o fechamento da nossa edição, o valor roubado não havia sido revelado. O militar foi abandonado pouco depois da saída da cidade.
Cajari
Fortemente armados, por volta das 16h de ontem, cinco homens encapuzados assaltaram a agência dos Correios, onde também funciona um banco postal do Bradesco e levaram uma quantia não revelada. De acordo com as primeiras informações da polícia, a quadrilha já chegou à cidade de arma em punho.
Depois de obrigar o gerente e funcionários a entregar todo o dinheiro existente na agência, os bandidos fugiram em uma Saveiro branca na direção do povoado Tamancão levando uma pessoa conhecida como José Joaquim e um outro funcionário como refém. Para tentar prender os acusados, os quatro policiais pediram reforço nas cidades de Penalva, Viana e Monção, além do Grupo Tático Aéreo, deslocaram-se para região com intuito de prender a quadrilha.
Os dois reféns foram liberados, enquanto os acusados teriam se embrenhado numa área de mato na localidade Atalaia. O veículo, de acordo com informações da polícia foi incendiado no meio do mato e a quadrilha, com intuito de dificulta o trabalho da polícia, teria se dividido.