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Giro Policial


Data de Publicação: 7 de março de 2006
 
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Mudanças
Dando continuidade às mudanças na Secretaria de Segurança Pública, na tarde de ontem, a cúpula anunciou mais algumas mudanças, entre elas, a transferência do delegado Paulo Aguiar para o comando da Delegacia Especial da Cidade Operária, enquanto a delegada Edilúcia Trindade assumirá a Delegacia de Homicídios.

Flagrante
O segurança da empresa São Benedito, localizada no Recanto dos Vinhais, Nélio Pinheiro Martins foi preso em flagrante tentando arrombar o cofre da empresa. O fato ocorreu na madrugada de ontem. Ele negou o delito, mas durante a revista pessoal, policiais encontraram no bolso dele 109 reais, que a polícia acredita que possa ter sido retirado de uma das gavetas do escritório. Encaminhado ao plantão da Rffsa, o delegado José Ildo não teve dúvida em autuá-lo pela prática de furto. Ainda na Rffsa, descobriu-se que Nélio já havia sido apresentado naquele plantão, quando foi acusado de tentar estuprar uma anciã.

Fuga
Os presos Carlos Alberto Borba, conhecido como "Coco", Bartolomeu Ferreira, Raimundo Nonato Silva de Araújo, Gonçalves Santiago, Araújo Pompeu, e os índios Antenor Gomes Guajajara, José Airton Mariano Guajajara, Jeová Guajajara e Hauri Guajajara conseguiram fugir durante este final de semana da cadeia pública na cidade de Barra do Corda. Eles conseguiram sair depois de fazer um buraco na cela.

Também naquela cidade, um ônibus da empresa Guanabara acabou sendo assaltado na manhã de ontem, quando trafegava entre as aldeias Coquinho e Betel. Todo o dinheiro pertence aos passageiros que foram roubados e, até o fechamento desta edição, a polícia não tinha pistas dos acusados. Não está fora de cogitação dos fugitivos serem os responsáveis pelo crime.

Timon
A viúva Djaci Ribeiro da Silva, denunciada pelo Ministério Público, como autora do assassinato de Antonio Assunção Aguiar, ocorrido no povoado Caraíbas, em Timon, foi levada a julgamento pelo Tribunal do Júri e durante os debates conseguiu que o crime fosse desclassificado de homicídio doloso para culposo. O MP defendia a tese de homicídio qualificado e defendeu em plenário a condenação da acusada.

A defesa foi feita pelos advogados Odonias Leal, Raimundo Cutrim, Luís Meneses e Antonio Alberto Nunes, e a sessão foi presidida pelo juiz Aldemar de Jesus Almeida Sousa e teve como representante do Ministério Público a promotora Elda Maria Alves. De acordo com informações prestadas por Odonias Leal, a viúva teria discutido com Luís Carlos, tendo ele a ameaçado de morte junto com o filho.

Alguns dias depois, no campo de futebol, acompanhado de 22 pessoas, Luís Carlos se aproximou do carro da viúva, com gestos de quem iriam lhe agredir e na tentativa de fuga, ela saiu em alta velocidade no veículo, batendo na trave, que caiu atingindo a vítima na cabeça. Antonio Assunção entrou em coma, e morreu cinco dias depois na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Getúlio Vargas, em Teresina.

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