Documento da Polícia Federal sobre o esquema de desvios de recursos públicos em Rondônia mostra que o gabinete da presidência da Assembléia Legislativa gastava com sua folha de pagamento oficial mais de R$ 10 milhões e tinha 756 funcionários não-concursados. O documento não especifica a que período os valores se referem.
O presidente da Assembléia, Carlão de Oliveira (foto), do PSL, está preso, acusado de participação no esquema.
O limite permitido para gastos com folha de pagamento é de R$ 162 mil. O número máximo de funcionários não-concursados no gabinete deveria ser 18.