A instabilidade dos Renault no GP da Alemanha, no último final de semana, não era novidade para a equipe francesa. Pelo menos, não para o diretor-executivo de engenharia da equipe, Pat Symonds.
- Quando se usa pneus para evitar o aparecimento de bolhas, você precisa aceitar outros problemas: o primeiro é a redução do atrito e o outro é a variação do equilíbrio do carro com pneus novos e usados. E foi isso o que aconteceu, com o carro saindo muito de frente nos treinos e de traseira durante a corrida - explica Symonds.