O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, foi ovacionado por sindicalistas na noite da última sexta-feira (18), quando disse que, "sem ódio", acabou com as "intromissões" do FMI (Fundo Monetário Internacional) na economia brasileira.
Em dezembro do ano passado, o governo brasileiro anunciou que anteciparia para 2005 o pagamento de US$ 15,5 bilhões em dívidas com o FMI, que venceriam até o final de 2007.
Na ocasião, o governo justificou a decisão de antecipar os pagamentos com o "fortalecimento do setor externo e de outros fundamentos macroeconômicos do Brasil".