O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que o governo não planeja intermediar a transição democrática em Cuba e que o governo daquele país é um problema dos cubanos, não de brasileiros ou americanos.
O chanceler fez as afirmações ao comentar as declarações dadas pelo secretário-adjunto de Estado dos EUA para Assuntos Latino-Americanos, Thomas Shannon. "No Brasil não há nenhum plano pós-Fidel Castro. Em primeiro lugar, tanto quanto a gente saiba, ele está vivo, e, portanto, não é o caso. E, se alguém tiver que fazer algum plano, são os cubanos, não são nem os norte-americanos, nem os brasileiros", afirmou.