Como cabe muito bem esse adágio popular ao Servidor Público Dr. José Luis, Ex-Promotor de Justiça, ora exercendo as funções de Juiz da 7ª Vara Criminal.
Ao escrever um artigo em um Jornal de nossa Capital, (cópia anexa) usando o título 'O magistrado, o meliante destemido e nossa crise moral', o Senhor Juiz Servidor Público, mais uma vez, em tom acre, como é comum no seu dia-a-dia, descreve o seu próprio procedimento. Senão vejamos:
No parágrafo primeiro da sua escrita, o Dr. José Luís prega em alto e bom tom, 'que não basta ser honesto' e mais adiante reafirma, 'é necessário que pareça ser honesto aos seus jurisdicionados'. Ora bolas... Essa afirmação, por si só já mostra a máscara que encobre o rosto do Sr. José Luís que a todo tempo, tenta levar um procedimento de que não é dotado. Como pode pregar o Sr. Juiz aos 'que teimam na praga do Nepotismo', se ele é o primeiro a se locupletar dessa imoral prática ao manter em seu Gabinete de Trabalho sua irmã.
Raimunda Oliveira de Almeida, servidora portadora de Mat. Func. 39305 (xerox anexa) e a sua esposa, detém um cargo no alto escalão da Secretaria de Turismo do Município, graças ao seu 'prestígio' e o do seu irmão que é assessor do Prefeito de São Luís?
Será que o Dr. José Luís não está amealhando vantagens de ordem pessoal e familiar?
Uma dia a casa cai...
Como pode falar em ostentação, já que mora em um Condomínio de Luxo na área mais valorizada de São Luís, Ponta d'Areia?
Com o salário que percebe, como pode ter camionete importada, carros de luxo para os filhos etc...etc...
Ostentando uma vida social incompatível com os seus rendimentos, já que, como apregoa, é de origem pobre do interior, sem nunca ter herdado fortuna, como pode levar essa vida?
O Sr. José Luís, está antevendo o que poderá, fatalmente, ocorrer consigo, quando um meliante em sua frente, interpelará a cerca da sua vida pregressa.
É Dr. José Luís, 'quem tem telhado de vidro não atira pedra no vizinho.
Esse é um desabafo de um jurisdicionado decepcionado,
Luís Carlos M. de Oliveira