Um medicamento comercializado por uma empresa chinesa foi incluído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a primeira opção para o tratamento de urgência da malária, informou a agência estatal Xinhua. Até agora, é o único produto chinês aprovado pela OMS para tratar a malária.
"Nossa intenção não é obter lucros exorbitantes. Queremos que os mais pobres possam comprar nosso medicamento", disse Yan Xiaohua, chefe executivo e porta-voz da companhia farmacêutica Guilin. O preço das injeções na África, a região mais afetada pela doença, será 40% menor que o dos remédios comercializados por laboratórios farmacêuticos ocidentais, segundo Yan.