O esforço de Raimunda de Oliveira Gama e Odia Sawaia para construção da praça foi válida enquanto tiveram condições de conservar o local arborizado e limpo. Elas plantaram as mudas, regavam diariamente e brigavam para que meninos de rua não destruíssem o local. Como o tempo passou e as debilidades da idade se agravaram, a praça acabou abandonada.
Raimunda relembra com saudosismo cada conquista que ela e sua vizinha Odia tiveram. A primeira foi a água encanada há mais de 20 anos. A praça, Raimunda e Odia conseguiram depois que foram várias vezes a casa de um deputado com o mesmo pedido.
Há alguns meses, Raimunda está sofrendo com alguns problemas de saúde próprios da idade e não pode mais dedicar tempo para a pracinha. Logo o lugar está cheio de folhas, o mato crescido, os bancos e monumentos sujos e depredados.