Depois da denúncia feita por Veja Agora na edição do dia 26 de abril, revelando a existência direta de 12 parentes do prefeito Luiz da Amovelar, pendurados nas tetas da prefeitura de Coroatá, todos exercendo cargo em comissão e com salários altíssimos, o promotor de Justiça, dr. Zanony Passos Silva Filho, expediu o ofício n° 004/2006 da 1º Promotoria de Justiça de Coroatá, datado de 25 de abril, determinando que o chefe do executivo e a presidente da Câmara exonerassem todos os parentes em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, cônjuge ou companheiros de todos os vereadores e do prefeito Luiz da Amovelar.
A determinação do Ministério Público não foi cumprida nem pela presidente da Câmara, vereadora Maria de Lourdes Pereira e Pereira, nem pelo prefeito Luiz da Amovelar, que gosta mesmo de desafiar a Justiça, não se sabe estimulado por quem, como fez em ocasiões anteriores, como quando da realização do concurso público que seria realizado para tirar o emprego do povo de Coroatá. O representante do Ministério Público fixou o prazo de 90 dias para que o prefeito e a presidente da Câmara cumprissem a decisão de exonerar todos os parentes. Decorridos mais de três meses, todos os apadrinhados de Luiz da Amovelar e de Maria Pereira continuam aboletados na administração municipal, exercendo normalmente suas funções e recebendo salários altíssimos enquanto que o restante da população coroataense sofre com a péssima administração do prefeito e seu grupo.