ExpedienteEdições AnterioresMapa do SiteFale Conosco
EDITORIALPOLÍTICACOLUNASSÃO LUÍSENTRETENIMENTOESPORTEGERALPOLÍCIA
São Luís -
Home » Edições Anteriores » Agosto/2006 » Edição 296 » Entretenimento

Variedades



Data de Publicação: 6 de agosto de 2006
 
Diminuir corpo de textoAumentar corpo de texto

ÍndiceTexto AnteriorPróximo Texto

SE MENTIRA ENCHESSE A PANÇA POBRE NÃO ANDAVA TRISTE

I
Até quanto esses farsantes
Formarão opiniões
Distorcendo a realidade
Criando outras versões
Os picaretas da imprensa
A serviço dos leões

II
Estamos num universo
Onde tudo é fantasia
As construções são fantasmas
O reinado uma folia
As leis não são respeitadas
O governo uma anarquia

III
A propaganda montada
Que é mostrada não existe
De ver tanta marmelada
A gente perde o apetite
Se mentira enchesse a pança
O pobre não andava triste

IV
A cultura é uma farsa
O chefete um disfarçado
O líder um delirante
Que está pra ser destronado
E já que nem honra as calças
Vai sair todo borrado

V
Veja só o que acontece
Na hora da divisão
Com o dinheiro da saúde
A pedido do patrão
Uma parte sai na mala
A outra no cuecão

VI
Vai para dama do gama
E pro Capi em Macapá
Um dos maiores corruptos
Do estado do Amapá
Convivendo em sintonia
Com o traidor do Mará

VII
O reino de São Saruê
Onde impera a falsidade
Só pros ladrões de galinhas
É que tem penalidade
Mais os do lado do rei
Podem furtar a vontade

VIII
Como pode o Maranhão
Ser um estado decente
Com uma fera no poder
Lançando-se contra a gente
Se querem mesmo saber
Isso, sim, que é serpente

IX
Um animal esfomeado
Que não passa de um glutão
De armações tendenciosas
Com a fama de beberão
Que ao sentir-se rejeitado
Dá chifrada até no cão

X
Todo dinheiro das obras
Que o povo jamais olhou
Tal as estradas fantasmas
Que do papel não passou
Não tornaram-se visíveis
Por que o glutão papou

XI
Só mesmo sendo uma terra
Como a de São Saruê
Onde o caviar vem pronto
No ponto de se comer
Com bebidas importadas
Pra puxa-saco beber

XII
Tem farofa de verdinhas
Servida com esculacho
Com diversas patacoadas
Saindo do mesmo taxo
No horário das mentiras
Com o rei assinando em baixo

XIII
E as balelas se espalhando
Com blá blá blá coisa e tal
O mundo das ilusões
Que os trouxas da capital
Tentam passar para o público
Com a maior cara-de-pau

XIV
Diante do pé do muro
Em que pertence o reinado
A debandada prossegue
Passando pro outro lado
Onde não existe opressão
Nem mandante descarado

XV
O mundo é mesmo um mistério
Que nos deixa fascinado
Que ao girar sobre o presente
Mostra o futuro e o passado
E como prova mais recente
Veja este resultado

XVI
Ao invés de acusador
No banco dos acusados
O Zé Noé já pressente
O seu destino traçado
Caindo em contradição
Cara a cara com o cunhado


Links Patrocinados

BUSCA:

Edição 296
Edição 296
Página Anterior | Recomendar | Imprimir | Topo

Jornal do Povo do Maranhão - Jornal Veja Agora
Copyright 2005 - 2006 Jornal Veja Agora. Todos os direitos reservados
Rua Jorge Damous, nº 257, Caratatiua - São Luís - MA
Tel: (98) 3253-6696 Geral - 3253-6605 Comercial e Assinaturas
redacao@jornalvejaagora.com.br