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Emoção no enterro das vítimas de acidente em Chapadinha



Data de Publicação: 9 de agosto de 2006
 
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Apesar das primeiras informações do médico legista Vanderley Silva, diretor do Instituto Médico Legal, sobre a dificuldade de reconhecimento dos corpos das sete vítimas que morreram carbonizadas ao retornar de um jogo de futebol, no final da tarde de domingo, na MA/230, que liga as cidades de Santa Quitéria/Chapadinha, por volta de 2 horas da manhã, todos os corpos haviam sido identificados, liberados e, em seguida, transladados para a cidade de Chapadinha, onde foram sepultados na manhã de ontem.

A identificação, segundo Vanderley, só foi possível em razão da ajuda de um dentista daquela cidade, que trabalhava para as vítimas, além de informações dadas por familiares, quanto ao uso de jóias e outros objetos. Pelo número de vítimas, as famílias decidiram fazer um velório coletivo, escolhendo a Igreja Matriz daquela cidade como palco.

Pela manhã, foram sepultados os corpos de Rosemberg Lima Silva, da namorada dele, Laíse Cardoso de Oliveira, assim como da ex-mulher de Rosemberg, Amábile Lobo, e da doméstica Maria dos Anjos Pereira. À tarde foi a vez do casal Marcelo Martins Alves e a esposa, Silvanda de Lima Ferreira, de 25 anos, além da irmã de Silvanda, Vanda de Lima Ferreira.

O acidente
Todos retornavam do jogo Chapadinha e Santa Quitéria, pelo campeonato maranhense. Rosemberg é quem seria o condutor do veículo e, em uma curva, segundo testemunhas, o condutor perdeu a direção do veículo, invadiu uma área de mato, chegando a derrubar várias árvores, até parar.

No momento que se chocou com a árvore, o motorista e a namorada estariam vivos e gritavam por socorro. Eles pediram para pessoas que estavam no local para que não deixassem o carro explodir, mas quando estas saíram do local para pegar os extintores, antes de se aproximar do veículo, o carro explodiu. Com um tanque cheio, as labaredas chegaram a mais de 20m de altura, tendo os corpos queimados por mais de quatro horas.

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