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VARIEDADES - A honestidade é a condição básica do desenvolvimento e do progresso



Data de Publicação: 3 de setembro de 2006
 
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* Por Jonas Costa

Realmente, porque sem honestidade, nenhum governo tem condições de denotar a ideologia do desenvolvimento e despertar a consciência nacional para a sua capacidade de assumir os controles de sua vida econômica e enfrentar o desafio da superação do subdesenvolvimento. Por isso o Brasil levou séculos de atraso, isto é, desde o seu descobrimento até os anos 50, quando começou a sua fase de descolagem para o desenvolvimento. A partir daí, com o desenvolvimento concentrado no setor industrial, pela confiança depositada na industrialização, como detonadora de um processo global de desenvolvimento social e político, o país conseguiu equilibrar-se economicamente, com altos e baixos, porém sem dar maior atenção ao setor rural, época em que a produção agrícola não pôde acompanhar o aumento da demanda de bens de consumo, fato este que, associado às emissões inflacionarias para o custeio, desencadeou a corrida entre preços e salários, que até hoje não foi possível frear devidamente. Com isso, houve um processo de mudança social pelo número crescente de necessidade humana, criada pela própria mudança ecológica ou seja, de ambiente de vida (habitat), promovendo migrações, urbanização e urbanismo, em face da mudança profissional ou seja, do ambiente de trabalho, cuja mobilização profissional e social se encontram na vida urbana com seu habitat natural, que corresponde à baixa mortalidade e, em segundo tempo, à própria natalidade, através de uma transformação da estrutura e das funções da família, acarretada necessariamente pelo desenvolvimento, com o aparecimento da tecnologia, em virtude de uma substituição sistemática e progressiva das energias musculares, humanas ou animais, pela força motriz derivada das fontes de energia da natureza inorgânica (vapor, gás, eletricidade, petróleo, energia nuclear, etc.).

Isso prova que numa administração pública se faz necessária à honestidade, que se refere, principalmente, à veracidade da palavra e à lisura nas relações de justiça. Mas como esta virtude moral e cívica continua rara na administração pública, não tem sido fácil a superação do subdesenvolvimento no país, porque uma grande percentagem de homens públicos são subdesenvolvidos, isto é, desonestos, e dessa forma não há recursos que cheguem para menor progresso de desenvolvimento, para melhor melhoria das condições do povo, porque quantias vultosas somem por canis ocultos através de processos habilidosos, como há quatro anos vem acontecendo no Maranhão, onde o Governo, ao invés de aplicar os recursos públicos em beneficio do próprio Estado e do bem-estar do povo, prefere distribui-los aos seus aliados políticos, conduzido pelos seus impulsos eróticos, convicto de que, dessa forma rebelde de subdesenvolvimento, consegue seus torpes objetivos, embora acabando por identificar a veracidade da sua desonestidade e desconhecimento de que o homem tem uma vida física e, através da educação, da experiência, dos instintos de conservação, dos sentidos, aprende o que é bom o que é mau para sua vida biológica. Mesmo assim, o homem se afasta da perfeição e da idéia de Deus, tornando-se moralmente indiferente à sua natureza, isto é, deixando de ser honesto, para ser corrupto.

Advogado Prof: Jonas Costa
Fone: 3236-5742
e-mail: jonas.Jesus@terra.com.br

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